Arquivo de estratégia | UXChange Academy https://uxchange.com.br/category/estrategia/ Oferecemos uma educação de qualidade, misturando rigor acadêmico, realidade política das empresas e o “saber fazer” para formar profissionais prontos para a contratação. Mon, 07 Oct 2024 17:46:07 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.7.2 https://uxchange.com.br/wp-content/uploads/2021/06/icon-32x32.png Arquivo de estratégia | UXChange Academy https://uxchange.com.br/category/estrategia/ 32 32 Workshop: Liderança e Primeira Gestão – Novembro 2024 https://uxchange.com.br/workshop-lideranca-e-primeira-gestao-novembro-2024/ https://uxchange.com.br/workshop-lideranca-e-primeira-gestao-novembro-2024/#respond Mon, 07 Oct 2024 17:22:22 +0000 https://uxchange.com.br/?p=15413 Curso Online, AO VIVO! Via Zoom Datas:  5, 7, 12, 13, 19, 2, 26 28 de Novembro  2024 Horário: das 19 às 22:00hs Certificado de Participação com carga horária Valor: R$ 1.000,00 Workshop: Liderança e Primeira Gestão – Novembro 2024 Os líderes …

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Curso Online, AO VIVO! Via Zoom
Datas:  5, 7, 12, 13, 19, 2, 26 28 de Novembro  2024
Horário: das 19 às 22:00hs
Certificado de Participação com carga horária

Valor: R$ 1.000,00

Workshop: Liderança e Primeira Gestão – Novembro 2024

Os líderes de primeira gestão são, na maioria das vezes, deixados de lado pelos programas formais de desenvolvimento promovidos pelas organizações. Isso acontece porque o cargo é visto como operacional.

O resultado é uma pessoa assustada com a nova responsabilidade, sem realmente ter muito claro quais são suas novas atribuições.

Essa transição exige o aprendizado de novas habilidades: gerenciar processos, pessoas, entregar resultados, gerenciar seu próprio tempo e isso leva a mudança de valores profissionais.

Este curso trata de como lidar com esse novo momento. Afinal, as qualidades que levaram ao novo posto não serão suficientes para manter você lá com a tranquilidade merecida.

Quem deve se inscrever:

Este curso é bom para profissionais de UX que estão assumindo cargos Pleno, Senior, Lead ou que desejam adquirir essas competências gerenciais, para fazer uma carreira de sucesso.

Ao final do curso você:

  • Saberá direcionar suas equipes para alta performance, compreendendo o contexto em que estiverem inseridos;
  • Conseguirá dialogar com os superiores hierárquicos por meio de linguagem adequada.

Características

  • 10 aulas, total de 30 h/a com encontros 2 vezes por semana
  • Online, via Zoom
  • Sala de aula invertida, em que os alunos chegam com o conteúdo da aula estudado para participarem de discussões

Conteúdo

Primeiros Passos

  • Competências organizacionais: reconhecendo e trabalhando
  • Mapeamento de stakeholders e influência
  • Aproximando-se da estratégia da empresa
  • Mapeamento e intervenção em cadeia de valor
  • Macroambiente e seu impacto no business

Agenda de Liderança

  • Definindo sua Visão Estratégica
  • Premissas básicas de planejamento
  • Budget e otimização
  • Cenários e indicadores
  • Criação de roadmaps: problemas x features
  • Questões políticas

Gestão de Processos & Resultados

  • Revendo ou criando processos de trabalho
  • Criando uma agenda de objetivos para o time
  • Ajudando a equipe a ter foco: do planejamento à execução
  • Criando uma cultura de resultados
  • Estabelecendo e comunicando as metas
  • Dando feedback
  • Direcionando, avaliando e corrigindo
  • Influenciando outras áreas

Gestão de Pessoas

  • Desafios de ser Líder Gerencial
  • Radical candor: como criar seu relacionamento com sua equipe
  • Motivação e estilos de comunicação
  • Linhas de report: clareza, direção e granularidade
  • Performance e nivelamento
  • Planos de desenvolvimento de pessoas
  • Escalando a equipe: quando é hora de contratar ou desligar

Liderança

  • Conceito de Liderança Estratégica
  • Quem você é hoje e como redefinir seu trabalho
  • Mapeamento de Network
  • Poder e Influência
  • Agindo e pensando como um líder
  • Estilos e Liderança Situacional

Materiais do Curso:

  • Todos os módulos são acompanhados de: slides em pdf, exercícios e materiais de apoio.
  • Os materiais do curso estão disponíveis para download, para permitir a impressão, estudo e revisão.

Acesso ao Slack:

  • Ao se inscrever você recebe um link para o Slack.
  • O Slack tem um canal exclusivo para os alunos deste curso e permite troca de conhecimento, envio de mais materiais extras, envio de exercícios.

Certificado de participação!!  Inscreva-se!

Acesso ao Curso:

O acesso através do Sympla.

Perguntas?  amyris@uxchange.com.br

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Estratégia e o papel dos profissionais de UX e Produtos https://uxchange.com.br/estrategia-e-o-papel-dos-profissionais-de-ux-e-produtos/ https://uxchange.com.br/estrategia-e-o-papel-dos-profissionais-de-ux-e-produtos/#respond Fri, 08 Dec 2023 00:48:41 +0000 https://uxchange.com.br/?p=15164 Estratégia e o papel dos profissionais de UX e Produtos Há muito tempo dou palestras e faço lives. Sempre geram muitas perguntas e isso é ótimo, porque serve para eu entender o estado de UX e o ambiente de trabalho, …

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Estratégia e o papel dos profissionais de UX e Produtos

Há muito tempo dou palestras e faço lives. Sempre geram muitas perguntas e isso é ótimo, porque serve para eu entender o estado de UX e o ambiente de trabalho, onde o PM faz parte. Ouço tudo atentamente.  Há questões mais pessoais e há críticas, mas o mais constante mesmo é a busca incessante por uma fórmula, um check list que permita verificar se tudo foi feito e pronto.

Algumas coisas me saltam aos olhos: 1) a busca por uma receita de bolo, ou seja, algo que resolva tudo em todas as situações sem esforço cognitivo, 2) as críticas aos profissionais de Produtos e 3) o conformismo de UX no papel de designer executor de ordens.  Se você se sentiu provocado por alguma dessas coisas, calma!  Eu ainda nem comecei a apresentar o que penso!

A busca pela Receita de Bolo pode ser entendida de muitas formas: insegurança de quem está começando e precisa de orientação, uma lista para gerar certeza de que nada foi esquecido, e uma forma de fazer sem pensar, só verificando se fez ou não fez algo que faz parte de um processo. Nem preciso dizer que esta última maneira de abordar o uso da tal lista – framework – canvas, é a pior de todas e a mais frequente nos últimos tempos. Isso significa que quem procura a lista tem pressa, não olha o contexto, não se debruça como deveria sobre o problema e não quer pensar.  Como consequência, essa pessoa se torna menos reflexiva e é menos capaz de resolver problemas complexos, portanto menos atraente para quem contrata e mais fácil de substituir por Inteligência Artificial.

As críticas aos PMs vêm de muitas formas: autoritarismo, pedidos muito “de cima para baixo” (o que significa que os subordinados esperam algum filtro por parte do PM), e pedidos sem fundamento mercadológico.  Quando ouço alguns profissionais dessa área (e da de UX também) vejo uma deficiência clara em coisas básicas: não sabem as metodologias de pesquisa (só conhecem uma e olha lá), confundem termos e criam uma confusão de entendimento (exemplo: usar Discovery como sinônimo da palavra pesquisa), não sabem fazer uma análise de viabilidade de produto no mercado, ou uma análise financeira e muito menos sabem alinhar a estratégia do produto com o portfólio de produtos, com UX, com a Marca. Grande parte do PMs que são criticados, são truculentos. Outra parte é muito mais voltada para a gestão de backlog. Não estou dizendo que são todos assim. Há os excelentes!!  Mas os que são criticados têm algumas das características acima.

Para quem não sabe, minha experiência como PM é longa. Eu precisei me preparar para isso, entendendo como dimensionar oportunidades e custos de produção, publicidade, entre muitas outras coisas. Tive que aprender todas as metodologias de pensamento estratégico, liderança e finanças. Quando migrei para o digital, incorporei o vocabulário de TI, entendi os desafios de cada sistema ou conjunto deles e comecei a pensar TI integrada ao trabalho de criação de produtos.  Na minha cabeça, uma pessoa que faz UX e tem conhecimento de mercado, estratégia e finanças é um PM e é muito valioso para a empresa.

Muitos designers de UX e PMs, quando conversam ou postam nas redes, mostram ter um repertório pequeno de metodologias e fazem uso de práticas de mercado distorcidas pela falta de cuidado em saber os limites entre o “não ser acadêmico” e o ser perigoso! Eu não sei como as empresas confiam no trabalho deles, uma vez que tomam decisões em cima de resultados ou guias sem nenhum fundamento.  Se a gente questionar só um pouquinho, a casa cai.   Podem se aborrecer à vontade.

Por fim a questão do conformismo de muitos designers. Creio que a educação do designer, por acontecer num momento de formação do indivíduo, faz com que ele creia que seu papel é garantir que o belo e o funcional coexistam, e isso é ótimo, mas sem a prevalência do belo sobre a função! E aí começa um drama, porque na vida adulta as despesas aumentam por diversas razões, e o designer, em algum momento, mesmo na sua empresa, vai gerenciar alguém ajudando, vai fazer proposta$$$, vai ter que planejar e controlar o orçamento, entre outras coisas que são gerenciais.  E existe a resistência a se tornar uma pessoa com uma postura mais gerencial. É como se a pessoa tivesse medo de perder esse lado.  Decorrente disto, alguns alunos dizem que preferem ser designers, ou seja, trabalhar nesse lado mais operacional de fazer telas, ou fazer a pesquisa. Pergunto: e se todas essas listas forem incorporadas na Inteligência Artificial e ela passar a fazer seu trabalho, você vai fazer o que?

Creio que a resposta é: vou ser quem decide, e quem decide precisa saber: Finanças, Estratégia e Liderança.

 

 

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Sobre Personas, Arquétipos e formigueiros https://uxchange.com.br/sobre-personas-arquetipos-e-formigueiros/ https://uxchange.com.br/sobre-personas-arquetipos-e-formigueiros/#respond Sat, 04 Nov 2023 13:14:35 +0000 https://uxchange.com.br/?p=15155 Sobre Personas e Arquétipos Com uma frequência razoável eu ouço profissionais de UX de empresas dizendo: “porque a gente tem as personas dos nossos produtos” e o pessoal de marketing dizendo: “temos buying personas que nos orientam nas ações de …

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Sobre Personas e Arquétipos

Com uma frequência razoável eu ouço profissionais de UX de empresas dizendo: “porque a gente tem as personas dos nossos produtos” e o pessoal de marketing dizendo: “temos buying personas que nos orientam nas ações de marketing.”

Essas frases me fazem pensar em muitas coisas: 1) na separação entre áreas, com bastante falta de comunicação entre elas (!), 2) no tipo da informação contida nas tais personas, 3) na qualidade das tomadas de decisão, uma vez que cada área vê uma coisa, ao que parece, diferente.  Por isso, vamos dissecar essas questões.

Existe uma visão de empresas que ainda impera, mas que ficou obsoleta por conta da complexidade dos problemas que enfrentamos nesta segunda década do Século XXI, as hierarquias e separações entre áreas. No início da revolução industrial, a especialização das áreas e a forma de administrar exigiam o controle de cada passo, para fazer com que cada área fosse medida e remunerada de acordo com sua capacidade de olhar seus processos e entregar o solicitado.

Essa divisão era baseada na especialização do trabalho e favorecia (continua a favorecer) a competição entre elas, seja por poder, seja por influência ou mesmo por vaidade. Obviamente, o resultado foi e é a presença de silos de informação, que muitas vezes são usadas como arma, em lugar de ser algo bom a ser compartilhado para o bem comum da empresa e dos grupos. Por esse ponto de vista, os silos de segredos são protegidos pelo time inteiro. Uma pena!

O segundo ponto é sobre a criação das personas.  Ainda é comum a prática de criar as Personas sem fazer pesquisa, sem obter informações reais sobre os potenciais clientes. Vale lembrar que, muitas das pesquisas começam com o pedido de segmentos separados por gênero, idade e classe social, como se esses elementos realmente separassem os grupos.  Meus 43 anos de profissão dizem que não, esses elementos não separam pessoas. Pessoas se unem por formas de pensar e de agir, pelos seus comportamentos. No caso de produtos de consumo, interessa o comportamento de consumo e qual é o conjunto de crenças, raciocínios e emoções que levam uma pessoa a comprar de um jeito específico.  Esse comportamento e jeito de pensar/consumir é chamado de arquétipo.

Uma pesquisa pode gerar até 4 arquétipos diferentes, não mais que isso.  Esses arquétipos, quando bem-feitos, usando toda a potência da informação obtida na pesquisa, são úteis para a empresa toda, em lugar da esquizofrenia de cada área criar a sua!  Pergunto: como pode cada área ter sua persona, se todos servem aos mesmos grupos?  Você pode até argumentar que marketing precisa de mais informações sobre consumo, mas, se isso é verdade, o produto precisa beber da mesma fonte para atender essas personas adequadamente, criando interações que façam sentido!  Portanto, as áreas compartilharem informações é fun-da-men-tal!!  Qualquer outra coisa é vaidade!

O que leva ao terceiro ponto: a qualidade das decisões.  As decisões precisam ser compartilhadas entre áreas, todas as áreas deveriam trabalhar juntas para um único propósito: a sobrevivência dessa empresa em tempos turbulentos, desafiadores e num mercado extremamente competitivo.

Minha sugestão: parem de olhar tudo ao redor de vocês como uma muleta para a vaidade e trabalhem juntos!  Criem um superorganismo, resiliente como um formigueiro e forte como um cupinzeiro!

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A relação entre Pensamento Sistêmico e a tomada de decisão de negócios https://uxchange.com.br/a-relacao-entre-pensamento-sistemico-e-a-tomada-de-decisao-de-negocios/ https://uxchange.com.br/a-relacao-entre-pensamento-sistemico-e-a-tomada-de-decisao-de-negocios/#respond Mon, 25 Sep 2023 12:52:40 +0000 https://uxchange.com.br/?p=15150 Muitos alunos, quando chegam aos cursos que eu ministro, ficam em pânico com o pontapé inicial: fazer um desk research. O que eu peço não é trivial, porque não faz parte da educação de designers. Eu peço que entendam a …

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Muitos alunos, quando chegam aos cursos que eu ministro, ficam em pânico com o pontapé inicial: fazer um desk research.

O que eu peço não é trivial, porque não faz parte da educação de designers. Eu peço que entendam a dinâmica do mercado, as barreiras de entrada e saída, quem são os competidores nos quais devemos realmente prestar atenção e por aí vai.  Dou aos alunos uma ferramenta muito conhecida em negócios, mas não tão conhecida em design: as 5 forças de Porter.

Existem algumas coisas que me incomodam na apresentação dos trabalhos de Desk Research em todas as turmas. Em primeiro lugar, a incapacidade de fazer o trabalho com curiosidade, com vontade de ver algo novo e desconhecido: o mercado, seus integrantes, as relações de poder. É como se os alunos ficassem paralisados diante da imensidão de informações, o que me leva para o segundo ponto.  Concordo que o volume de informações que aprecem nos resultados do Google é grande, mas e daí?  Que tal olhar as perguntas que acompanham cada uma das forças e segui-las?  Isso ajuda muito a organizar o que foi encontrado.

Obviamente o problema não termina aí.  O maior desafio é fazer sentido daquilo e responder a principal pergunta que habita esse momento de qualquer projeto: para onde deveríamos ir? Traduzindo: o que é mais seguro (de dar lucro) e o que é capaz de causar maior impacto no mercado?

Durante anos fiquei me perguntando o que estava acontecendo nessa hora, por quais razões era tão difícil ver as questões estratégicas que aparecem ao analisarmos o mercado. A resposta que obtive foi: as pessoas não conseguem mais fazer relações entre as coisas, ver quem influencia qual resultado e não conseguem imaginar as consequências de cada oportunidade e/ou tomada de decisão.

Culpo a educação moderna e simplista de muitas escolas por isso. Tudo é ensinado com fórmulas, Canvas e frameworks (aí, como odeio essa palavra!!!), simplificando a vida a uma linha reta e um monte de campos para preencher.  Posso atribuir a falta de visão do todo ao uso exagerado de interfaces administradas por algoritmos, que tornam a vida rasa e simplória, além de autoindulgente. Tudo feito para agradar e colocar cabresto.

A realidade é que os problemas são complexos. Isso significa que há muitos elementos envolvidos no problema, que eles estão interrelacionados, que se eu altero um, a consequência aparece em outro lugar e pode ser uma coisa desastrosa ou maravilhosa.

Foi por isso que eu criei o Curso de Pensamento Sistêmico. Acho que está na hora das pessoas terem uma ferramenta para organizar a cabeça, as informações e visualizarem a complexidade das tomadas de decisão estratégica.

O curso será valioso para jovens UX researchers, UX Strategists, PMs, PDs e profissionais de marketing.

Vejo vocês em Janeiro de 2024!

 

https://www.sympla.com.br/mapas-sistemicos-e-decisoes-em-esg__2165658

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A ingenuidade por trás do uso da palavra Estratégia https://uxchange.com.br/a-ingenuidade-por-tras-do-uso-da-palavra-estrategia/ https://uxchange.com.br/a-ingenuidade-por-tras-do-uso-da-palavra-estrategia/#respond Mon, 10 Jul 2023 12:04:55 +0000 https://uxchange.com.br/?p=15117 Segundo Harvard, o termo Estratégia é usado de forma descuidada demais!  Eu observo duas coisas por trás desse descompromisso com a palavra: 1) o desconhecimento de todas as decisões que precisam ser tomadas para criar uma estratégia e 2) o …

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Segundo Harvard, o termo Estratégia é usado de forma descuidada demais!  Eu observo duas coisas por trás desse descompromisso com a palavra: 1) o desconhecimento de todas as decisões que precisam ser tomadas para criar uma estratégia e 2) o uso retórico e pomposo nas frases, como forma de dar importância a algo que está sendo dito.

Estratégia é como nos preparamos para ir do ponto A para o ponto B, considerando que o ponto B é um lugar melhor. Para poder ir, precisaremos de informações (dados e fatos organizados para nos ajudar a tomar decisões), dinheiro (sim custa caro ir de um ponto a outro), ter ideia do tempo que vai levar de um ponto a outro, porque há concorrência (inimigos do nosso plano) e saber se temos pessoas preparadas para executar o plano.

Estar nesse lugar B precisa gerar vantagem competitiva, precisa ser um lugar melhor. Por ser um lugar desejado por mais de um concorrente, certamente teremos muitos concorrentes em pouco tempo e isso torna caro estar nesse lugar de destaque.

Quer saber mais?  Quer aprender a se comportar de forma correta em reuniões com negócios?  Eu tenho o curso certo para você!  Procure pelo Curso de Estratégia ou Liderança.  Ambos irão ajudar você a conseguir o que deseja.

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